Simples influências eletromagnéticas ou estratégias de dominação de massa?
Por Gustavo Mendanha
gustavo.mendanha@hotmail.com
Algumas pessoas já devem ter ouvido um rumor semelhante ao de um motor a diesel, ou ao som de um aparelho de ar condicionado funcionando ao longe, de onde se escuta um baixo ruído, porém, constante, a ponto de incomodar o silêncio, tirar o sono da vizinhança e até provocar suicídios espontâneos. Essas são as características de um fenômeno considerado sinistro por centenas de cientistas do mundo todo, presenciado em alguns pontos do globo. É o Taos Hum.
Até o momento, o estranho ruído não tem qualquer pista segura ou explicação. Como um som de baixa freqüência, ele foi ouvido em lugares desabitados de várias partes do mundo, principalmente nos Estados Unidos, Reino Unido e norte da Europa. O fato mais intrigante é que o Taos Hum, que significa Zumbido de Taos, é indetectável ao microfone, o que torna sua fonte um mistério.
Nos Estados Unidos, a Universidade do Novo México coordenou uma pesquisa para tentar identificar a fonte do Taos Hum. Muitos laboratórios, como os de Sandia, Los Alamos, Phillips Air Force Lab, e cientistas se engajaram na missão de tentar encontrar sua origem, mas apenas conseguiram descartar possibilidades e não chegaram a alguma conclusão.
O fenômeno foi exposto ao mundo em 1991, na cidade de Taos, nos EUA, quando a imprensa apelidou o ruído utilizando o nome da cidade. Alguns cientistas acreditam que o Taos Hum possa ser o resultado de um campo de torção magnética da Terra. É o caso de William Beaty, de Seattle, nos EUA, que levanta a questão: “Não poderia tal campo de torção ser percebido através de um ruído”? Entretanto, outros pesquisadores acreditam na improbabilidade dessa teoria, admitindo a possibilidade de o ruído advir da comunicação militar submarina, cujas ondas de longa freqüência são emitidas por Centros de Pesquisas Navais, como o do Novo México.
A astúcia do projeto Haarp
Grandes catástrofes universais são sempre o prato predileto das megaproduções de Hollywood. Guerras avassaladoras, invasões alienígenas, destruição de grandes cidades dos Estados Unidos, como Nova Iorque, Los Angeles e São Francisco, além de tecnologias para controle de dados, informações e até pessoas.
Há uma série de livros chamada Net force, de autoria do escritor estadunidense Tom Clancy. Na série, o autor narra a ação de um grupo de terroristas que acaba de assumir o controle de um poderoso sistema de antenas, pertencente ao Departamento de Defesa dos EUA. A missão dos terroristas é controlar a mente de todas as pessoas do mundo. A estória se passa em 2010, entretanto, ao que teorias indicam, já saiu das páginas dos livros de ficção e se tornou realidade.
Trata-se do projeto Haarp, ou, a sigla para Programa de Pesquisa de Ativação de Alta Freqüência Auroral, em inglês. Sob o comando do governo dos EUA e com base no sudeste do Alasca, o projeto Haarp consiste num emaranhado de fios e 36 antenas que enviam sinais de radiofreqüência para todo o planeta. Esse conjunto representa uma imensa estação transmissora de rádio, que emite ondas de alta freqüência para a ionosfera, a camada da atmosfera que começa a cerca de 60 quilômetros de altitude, onde o ar é rarefeito e carregado de partículas de elétrons, que acabam refletindo as ondas de rádio de volta para a crosta terrestre.
Concluído em 1994 e hoje em fase de testes, o Haarp tem objetivos puramente militares, segundo o gerente do projeto, John L. Hecksher, do Laboratório de Phillips, na Base da Força Aérea de Hanscom, em Massachusetts, EUA. As aplicações militares do projeto têm o intuito de desenvolver um detector de cruzeiro para projéteis e estabelecer comunicação entre submarinos e o Departamento de Defesa dos EUA. De acordo com Hecksher, “o Haarp tem finalidades científicas e não oferece ameaças militares a adversários potenciais”.
Catástrofes ambientais
Contudo, o que estudos revelam é algo que vai além da “ingenuidade” desse projeto. De acordo com o escritor Jerry Smith, autor do livro Armas eletromagnéticas: seria o projeto Haarp a próxima ameaça mundial?, o projeto Haarp seria uma arma cataclísmica de destruição em massa no planeta.
Através dessa gigantesca antena de radiotransmissão, seria possível controlar todos os aparelhos eletrônicos do globo, foguetes, carros de tração 4×4 e até mesmo o clima da Terra, como defende Smith. Devido à sua capacidade técnica de alta tecnologia, o projeto Haarp poderia originar terremotos artificiais, provocar incontáveis catástrofes ambientais e ainda controlar os impulsos elétricos do cérebro humano e de animais, tendo fácil acesso e completa influência sobre o humor e o comportamento dos seres animados.
O professor e pesquisador Álvaro Salles acredita que tal forma de radiopropagação pode ser considerada hoje uma arma letal ao ser humano. “Lamentavelmente, da forma indiscriminada e irresponsável que está sendo usada, ela pode representar uma bomba de efeito retardado. E, daqui a alguns anos, poderá ser tarde demais para a reparação dos danos”, conclui Salles.
Pode parecer idéia de ficção, mas a tecnologia tem alcançado com facilidade níveis de evolução que até décadas atrás eram considerados pura ilusão aos olhos humanos. Certos avanços, até então, eram impossíveis, frente aos recursos da época. Hoje, a ficção se confunde cada vez mais com a realidade. O escritor Dan Brown declara, em seu livro Anjos e Demônios, que a humanidade demorou milhares de anos para evoluir da roda para o carro, porém, décadas para evoluir do carro até as conquistas espaciais.
O interessante é o fato de no Google Earth, sobre a área que compreende ao projeto Haarp, aparecer uma tarja negra no instante em que é localizada. O programa localiza pontos do globo por satélite. Afinal, o que os estadunidenses querem esconder do mundo? Estará o aquecimento global diretamente associado a mudanças climáticas supostamente provocadas pelo projeto Haarp? Ao que parece, a teoria toda faz sentido. O caos, muitas vezes, é a situação ideal para que uma nação dominante imponha seus ideais políticos no mundo. Fica no ar a pergunta: Será que hoje a humanidade vive um caos ambiental já induzido anos atrás?
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Esta frase foi dita pelo Dr. Robert O. Becker, médico e pesquisador dos EUA, autor de Cross Currents and The Body Electric (Correntes Cruzadas e O Corpo Elétrico), duas vezes candidato ao Premio Nobel:
“Eu não tenho dúvidas de que a proliferação dos campos eletromagnéticos é, atualmente, o maior elemento poluidor na Terra. Eu considero isto bem pior que o aquecimento global…”.
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Carissimos Leitores,
Quando uma determinada ação deve ficar camuflada, a base da estrategia nos ensina que devemos divulga-la de forma absurda e hilária, pois assim a desacreditaremos, enfraquecendo todos os argumentos contra ela, principalmente se lançamos argumentos desencontrados e antagônicos.
Procedendo assim, os argumentos reais e verdadeiros serão julgados da mesma forma, sem creditos.
A HAARP existe, é a nova arma americana e põe em risco toda a humanidade, pois o seu meio e foco principal é o campo magnético da terra.
Pararam para pensar que o que mantém tudo nos seus lugares em nosso planeta é esse campo magnético ?
que todos os seres vivos de nosso planeta são influenciados por esse campo magnético ?
que todas as máquinas em funcionamento em nosso planeta só funcionam por causa do campo magnético ?
Só com essas tres reflexões ficaríamos assustadíssimos quando alguém apenas pensasse em modificar esse campo magnético.
LEIAM OS ARTIGOS SOBRE HAARP, TESLA, TUNGUSKA, MICRO ONDAS, ETC. NO BLOG:
ceifeiro-priscus.blogspot.com
Tenho certeza que estarei contribuindo para aprimorar, ainda mais, seus conhecimentos E TEMORES sobre o assunto.
Nilson Bezerra
Na minha opinião, as mudanças climáticas tem a ver com o fenomeno haarp, às autoridades americanas não divugam para a população tudo que sabem, pois temem que as pessoas entendam que isso causou a morte de muitas pessoas, tudo por que o ser humano quer cada vez mais o poder e não medem as consequências, o problema é que se esse poder cair em mãos erradas o efeito pode ser irreversível, e o fato é que a maioria não está nem ligando para a situação de que nos só temos um planeta.